sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016






Crianças que presenciam brigas dos pais podem se tornar mais agressivas

SEU FILHO PODE REPRODUZIR A RAIVA FORA DE CASA

 
BIANCA PASSERINI ,FILHA DE KELI E LUÍS ANTÔNIO
“A criança passa por uma fase egocêntrica, quando acha que tudo é por causa dela”, explicou a neuropsicóloga. Se o filho não almoçou como deveria ou fez xixi na cama e vê os pais brigando, pode achar que o motivo dessa discussão são as atitudes dele, pois sua mãe ou seu pai já haviam ficado bravos com isso. “A criança que vê a discussão vai juntando as palavras e forma o contexto dela”.
A fase egocêntrica do pequeno passa, geralmente, quando ele atinge 5 anos, de acordo com Deborah. “Com 5 ou 6 anos, a criança passa a perceber que aquilo que ela está vendo tem algo a mais, que há fatores externos provocando aquilo”, disse.
De acordo com a neuropsicóloga, presenciar brigas dos pais gera muita angústia e ansiedade, porém é difícil causar depressão. “Cada criança reage de uma forma. Pode ser que o problema seja desencadeado, mas nem todo filho que vê os pais brigando é depressivo”, afirmou a neuropsicóloga.
Já que cada criança reage de uma forma, algumas ficam mais agressivas, reproduzindo o que veem dento de casa, segundo Deborah. Por isso, ela recomenda que os pais evitem discussões, repeitando a opinião um do outro e deixando para debater problemas longe do alcance da criança.
Fonte: Revista Pais & Filhos
Janeiro/2016




Bons pais preparam os filhos para os aplausos, pais brilhantes preparam os filhos para os fracassos.

Excelente este texto de Augusto Cury.
Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: motivação, ousadia, paciência, determinação, capacidade de superação, habilidade para criar e aproveitar oportunidades.
Bons pais preparam seus filhos para receber aplausos, pais brilhantes os preparam para enfrentar suas derrotas. Bons pais educam a inteligência lógica dos filhos, pais brilhantes educam a sensibilidade.
Estimule seus filhos a ter metas, a procurar o sucesso no estudo, no trabalho, nas relações sociais, mas não pare por aí. Leve-os a não ter medo dos seus insucessos. Não há pódio sem derrotas. Muitos não sobem no pódio, não por não terem capacidade, mas porque não souberam superar os fracassos do caminho. Muitos não conseguem brilhar no seu trabalho porque desistiram nos primeiros obstáculos. Alguns não venceram porque não tiveram paciência para suportar um não, porque não tiveram ousadia para enfrentar algumas críticas, nem humildade para reconhecer suas falhas.
A perseverança é tão importante quanto a habilidade intelectual. A vida é uma longa estrada que tem curvas imprevisíveis e derrapagens inevitáveis. A sociedade nos prepara para os dias de glória, mas são os dias de frustração que dão sentido a essa glória.
Revelando maturidade, os pais brilhantes se colocam como modelos de vida para uma vida vitoriosa. Para eles, ter sucesso não é ter uma vida infalível. Vencer não é acertar sempre. Por isso, eles são capazes de dizer aos filhos: “Eu errei”, “Desculpe-me”, “Eu preciso de você”. Eles são fortes nas convicções, mas flexíveis para admitir suas fragilidades. Pais brilhantes mostram que as mais belas flores surgem após o mais rigoroso inverno.
A vida é um contrato de risco
Pais que não têm coragem de reconhecer seus erros nunca ensinarão seus filhos a enfrentar seus próprios erros e a crescer com eles. Pais que admitem que estão sempre certos nunca ensinarão seus filhos a transcender seus fracassos. Pais que não pedem desculpas nunca ensinarão seus filhos a lidar com a arrogância. Pais que não revelam seus temores terão sempre dificuldade de ensinar seus filhos a ver nas perdas oportunidades para serem mais fortes e experientes. Temos agido assim com nossos filhos, ou desempenhamos apenas as obrigações triviais da educação?
Viver é um contrato de risco. Os jovens precisam viver este contrato apreciando os desafios e não fugindo deles. Se eles se intimidarem diante das derrotas e dificuldades, o fenômeno RAM registrará em sua memória milhares de experiências que financiarão o complexo de inferioridade, a baixa autoestima e o sentimento de incapacidade. Qual é a consequência?
Um jovem que tem baixa autoestima se sentirá diminuído, inferiorizado, sem capacidade para correr risco e para transformar suas metas em realidade. Poderá viver um envelhecimento emocional precoce. A juventude deveria ser a melhor época do prazer, embora tenha suas inquietações. Mas muitos são velhos no corpo de jovens. Ser idoso não quer dizer ser velho. Aliás, muitos idosos, por serem felizes e motivados, são mais jovens na sua emoção do que grande parte dos jovens da atualidade.
Qual é a característica de uma emoção envelhecida, sem tempero e motivação? Incapacidade de contemplação do belo e uma capacidade intensa de reclamar, pois nada satisfaz prolongadamente. Reclamar do corpo, da roupa, dos amigos, da falta de dinheiro, da escola e até de ter nascido.
A capacidade de reclamar é o adubo da miséria emocional e a capacidade de agradecer é o combustível da felicidade. Muitos jovens fazem muitas coisas para ter uma migalha de prazer. Eles mendigam o pão da alegria, mesmo morando em palácios. Os jovens que se tornam mestres em reclamar têm grande desvantagem competitiva. Dificilmente conquistarão espaço social e profissional. Alerte-os!
Como os jovens entendem o que é a memória dos computadores, compare-a com a memória humana. Diga-lhes que toda reclamação é acompanhada de um alto grau de tensão, que, por sua vez, sofre um arquivamento privilegiado pelo fenômeno RAM na memória, que lentamente destrói o júbilo da emoção. Os melhores anos da vida são sufocados. Pouco a pouco, eles perdem o sorriso, a garra, a motivação.
         Descobrindo a grandeza das coisas anônimas
Leve seus filhos a encontrar os grandes motivos para serem felizes nas pequenas coisas. Uma pessoa emocionalmente superficial precisa de grandes eventos para ter prazer, uma pessoa profunda encontra prazer nas coisas ocultas, nos fenômenos aparentemente imperceptíveis: no movimento das nuvens, no bailar das borboletas, no abraço de um amigo, no beijo de quem ama, num olhar de cumplicidade, no sorriso solidário de um desconhecido.
Felicidade não é obra do acaso, felicidade é um treinamento. Treine as crianças para serem excelentes observadoras. Saia pelos campos ou pelos jardins, faça-as acompanhar o desabrochar de uma flor e descubra juntamente com elas o belo invisível. Sinta com seus olhos as coisas lindas que estão a seu redor.
Leve os jovens a enxergar os singelos momentos, a força que surge nas perdas, a segurança que brota no caos, a grandeza que emana dos pequenos gestos. As montanhas são formadas por ocultos grãos de areia. As crianças serão felizes se aprenderem a contemplar o belo nos momentos de glória e de fracassos, nas flores das primaveras e nas folhas secas do inverno. Eis o grande desafio da educação da emoção!
Para muitos, a felicidade é loucura dos psicólogos, delírio dos filósofos, alucinação dos poetas. Eles não entenderam que os segredos da felicidade se escondem nas coisas simples e anônimas, tão distantes e tão próximas deles.
 Augusto Cury (2015). “Bons pais preparam os filhos para os aplausos, pais brilhantes preparam os filhos para os fracassos.”






Foi aprovada a Lei 557 no dia 04 de Dezembro de 2013 onde estabelece a inserção obrigatória do psicopedagogo e do psicologo como equipe especialista das escolas públicas do Brasil.

O projeto não é regional como estava acontecendo em alguns municípios onde as câmaras municipais estavam aprovando casos isolados de inclusão do psicopedagogo nas equipes escolares das escolas públicas municipais. Aqui a lei federal se estende a todas as escolas públicas brasileiras. 

O projeto vem mostrar a importância do psicopedagogo no ambiente escolar que junto com o psicologo podem atuar de forma intensa frente as dificuldades e transtornos escolares.

O primeiro parágrafo da lei estabelece que a atuação deve ser no ensino básico. Estes profissionais são importante em qualquer etapa de dificuldade, além de que há transtornos que são diagnosticados na infância e necessitam de constante acompanhamento profissional para auxiliarem em sua rotina acadêmica e profissional. (Faça o Curso de Psicopedagogia )

O texto original da lei especifica a forma de atuação destes profissionais dentro da instituição: atendimento individual e em grupo, direcionado para a contexto pessoal, pedagógico , social e familiar.

O segundo artigo deixa bem claro que a forma de contratação deve ser através de concurso público. Entretanto a lei não especifica e não deixa claro se a contratação deve ser contratado os dois profissionais ao mesmo tempo então resta-nos torcer que estados e municípios cumpram a lei lancem editais com cursos para psicopedagogos e psicólogos ainda em 2014.

Para ler o projeto na integra acesse 


quinta-feira, 4 de setembro de 2014




A regressão e a Lei do Esquecimento


             Muitas pessoas nos perguntam a respeito das regressões à distância para as crianças com dificuldades, se estariam violando a lei do esquecimento e prejudicando a criança. Quero esclarecer que as regressões obedecem as leis universais e as diretrizes da Escola de formação da Psicoterapia Reencarnacionista. 
Segue abaixo texto do site: www.portalabpr.org
           A Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista tem, como uma de suas principais diretrizes, um absoluto respeito pela Lei do Esquecimento, ou seja, realizamos Regressões obedecendo a Lei do Esquecimento, conforme cita o “Livro dos Espíritos”, na questão 399 a respeito do “Esquecimento do passado”: 
“Mergulhando na vida corpórea, perde o Espírito, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse. Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência e lhe podem ser reveladas. Esta revelação, porém, só os Espíritos superiores espontaneamente lhe fazem, com um fim útil, nunca para satisfazer a vã curiosidade.”
         O nosso Método regressivo obedece fielmente essa determinação. Ele consta dos seguintes aspectos básicos:
1º) O direcionamento da Regressão (recordação do passado) é totalmente decidido e dirigido pelos Mentores Espirituais das pessoas, sendo que o nosso psicoterapeuta não induz, não sugere, não sugestiona, não hipnotiza, não comanda e não conduz o processo regressivo, e, sim, apenas ajuda a pessoa a relaxar o seu corpo físico (meditação), para colocar-se ao acesso dos seus Mentores Espirituais, sem dirigir o retorno da memória, sem decidir o que a pessoa vai acessar e sem atender aos desejos e anseios desta em relação ao seu passado, nem sequer o motivo de sua consulta, sua queixa (física ou psicológica), muito menos alguma curiosidade sua. A atuação do psicoterapeuta, no nosso Método, é na fase inicial (Meditação), enquanto que as vidas passadas que irá acessar ficam totalmente a critério do Mundo Espiritual.
2º) Nunca é incentivado o reconhecimento de pessoas no passado, para não infringir a Lei do Esquecimento.
3ª) A pessoa é incentivada a recordar a vida passada que seus Mentores lhe disponibilizaram, até o momento de sua morte, o seu desencarne, a subida para o Mundo Espiritual (periodo inter-vidas) até todas as ressonâncias da vida terrena terem desaparecido e estar sentindo-se muito bem (Ponto Ótimo). 
4º) Ao final da Regressão (no Ponto Ótimo) frequentemente ocorre o recebimento de orientações, conselhos e instruções para sua vida atual.
       No caso de regressão à distância, é feito por uma pessoa e não pela criança, que narrará o que aconteceu numa vida passada até chegar ao ponto ótimo. Portanto, o procedimento é seguro e não há prejuízos, e sim ajuda com o amparo dos Mentores Espirituais. 



sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Discurso sobre o uso abusivo da Ritalina




Sumário

     Aumento da demanda pelo medicamento Ritalina no País, usado por crianças portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH, as chamadas crianças índigo. Desnecessidade de utilização do fármaco pela maioria dos portadores do TDAH, segundo a psicanalista Kátia Forli Bautheney. Apoio às manifestações promovidas pela juventude brasileira no País.

         O SR. PRESIDENTE (Marçal Filho) – Com a palavra o Deputado Giovani Cherini, do PDT do Rio do Grande do Sul. S.Exa. dispõe de até 5 minutos.
      O SR. GIOVANI CHERINI (PDT-RS. Sem revisão do orador.) Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, cada um aqui está fazendo a sua análise. Eu vou fazer a minha. Eu vou começar falando sobre crianças índigo e a Ritalina.
       Na verdade, aumenta em todo o Brasil a demanda por Ritalina, nome comercial do metilfenidato, medicamento utilizado para controlar as crianças. Milhões de caixas são consumidos anualmente no Brasil. Eu disse milhões!
      Segundo levantamento feito pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, a pedido do jornal O Estado de S. Paulo, houve um crescimento de quase 50% na venda de remédios à base de cloridrato de metilfenidato no Brasil, entre 2008 e 2012. Entre setembro de 2007 e outubro de 2008 foram vendidas 1.238.064 caixas; enquanto entre setembro de 2011 e outubro de 2012 as vendas cresceram para 1.853.930 caixas. São números assustadores!
      O mesmo jornal publicou recentemente o depoimento da psicanalista e professora da Universidade de São Paulo, Kátia Forli Bautheney, em que ela afirma que 70% dessas crianças não precisam tomar o remédio. E não precisam mesmo.
  Muitas dessas crianças, diagnosticadas como portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), são, na verdade, crianças índigos, ou seja, seres diferentes, cujo comportamento não se enquadra nos padrões conhecidos.
     São crianças especiais, com alta sensibilidade, excessivo montante de energia, distraem-se facilmente ou têm baixo poder de concentração. Requerem emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta delas. Resistem à autoridade, se não forem democraticamente orientadas. Possuem maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática. Podem se tornar frustradas facilmente, porque têm grandes ideais. Mas a falta de recursos ou pessoas para lhes assistirem pode comprometer o objetivo final.
      Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse. São muito compassivas; têm muitos medos, tais como a morte e a perda dos amados. São contestadoras as crianças índigos, que nasceram a partir de 1983.
       Elas demandam mais atenção e sentem que a vida é muito preciosa para deixar escapar. Elas querem que as coisas aconteçam e, frequentemente,forçam situações para realizarem o desejado. Em resumo, são as chamadas crianças especiais. Amorosas. Infelizmente, as crianças índigo são frequentemente tituladas como tendo Déficit de Atenção ou alguma forma de hiperatividade. Em muitos casos são tratadas com química, quando deveriam ser tratadas de forma diferente. Na verdade, essas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto, precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as.
      Sobre este tema sugiro a leitura do livro Crianças Índigo, de Lee Carroli e Jan Tober, e Educando Crianças Índigo, de Egídio Vecchio. Se Lee Carroll e Jan Tober fazem uma grande reportagem sobre os índigos, Egídio Vecchio se presta a identificá-los, compreendê-los, amá-los e educá-los.
      Nossas crianças não precisam de tanto remédio. Basta compreendê-las e dar-lhes amor. Essas crianças que estão nas ruas são os jovens de hoje, crianças índigos ou Geração Y. O que essa geração está dizendo? Que esta Casa é inócua, é inoperante, não faz reforma política, e, se ela acabasse hoje, ninguém sentiria falta; pelo contrário, aplaudiriam se este Parlamento fechasse. Esses jovens estão dizendo que esse sistema não serve mais. Obras superfaturadas, obras de asfalto de 2 milhões, 5 milhões o quilômetro. Fundamentalismo também não querem. E o fator previdenciário está aí, e não acontece nada.
     Na verdade, esses jovens estão dizendo que o sistema faliu. Eu postei hoje, no meu Facebook, a seguinte mensagem: A boa revolta da sociedade. Intitulo-me um político integrativo, holítisco. Para mim, holismo é o resgate da dimensão ética no sentido mais profundo. Consiste no compromisso com as pessoas e com o estabelecimento de uma relação revolucionária entre homens, animais e plantas. Todos os elementos fazem parte de um grande corpo. Se todos os políticos pensassem assim, o nosso povo teria saúde, educação, transporte público de qualidade e mais respeito. Viva a nossa juventude, ícone da boa e necessária revolta.
    E muita gente se posicionou a esse respeito. Por isso, todas as análises aqui serão pequenas perto da importância daquilo que está acontecendo. Repito: está na hora de a gente dividir o bolo;o bolo está muito difícil e distante da grande maioria da população.
     Portanto, Sr. Presidente, para encerrar, quero arriscar a dizer: cada um aqui faça a sua análise. Eu estou fazendo a minha. Está na hora de a gente parar de olhar o umbigo e diminuir o egoísmo, diminuir nossa vaidade,e, quem sabe, construir uma nova sociedade.

Originalmente publicado em: Câmara dos Deputados

terça-feira, 17 de junho de 2014


CRIANÇAS COM DIFICULDADES

          As dificuldades apresentadas pelas crianças, sejam manifestadas por doenças instaladas, deficiências físicas, visuais, auditivas, mentais ou múltipla, por transtornos mentais e comportamentais e por portadoras de síndromes cromossômicas, e que já se manifestam na barriga da mãe, possuem origem espiritual

           A criança não é a única a sofrer com tal condição, mas também a família viverá situações difíceis. O aprendizado e a evolução será de todo o grupo familiar, desde que aceitem as circunstâncias e busquem entender as razões que tal momento exige de cada um. 

            Pode ocorrer a rejeição prévia, ainda no ventre materno do futuro filho(a): por parte dos pais, dos familiares e até mesmo do bebê que dificultará sua estadia durante a gestação. Todas essas circunstâncias, podem sinalizar algum tipo de dificuldade futura.

          Com o nascimento, haverá o esquecimento de todo o passado vivenciado por aquele espírito, para que possa recomeçar e ter novas oportunidades e chances de se entender e se ajustar com pessoas e situações.

      Quem foi e o que fez, em vidas passadas, não será mostrado, entretanto a alma doente, que reencarna, produzirá as doenças cujos efeitos refletirão no corpo físico, emocional, mental e espiritual.
                
      Por isso é que há doentes e não doenças. Entretanto, quando há aceitação pelos pais e familiares, daquele novo ser, mesmo que venha enfermo, as possibilidades de recuperação são maiores, pois só o amor cura.

      Quando nos deparamos com uma criança que apresenta uma dificuldade ou doença, nunca imaginamos que ela possa trazer na sua bagagem ou nos arquivos de vidas passadas, situações difíceis, traumáticas, ocasionadas por ela ou por causa dela. 

    Precisamos entender que não há vítimas no Universo e que todos somos resultados de nós mesmos. Não há castigo Divino, não há punição, mas ajustes, acertos e evolução.

     A vida não começa na infância, pois está é a continuidade de vidas passadas, e dependendo do comprometimento dela com o passado, a alma virá impregnada de pensamentos e sentimentos 

     As dificuldades precisam ser entendidas e, na medida das possibilidades, buscar auxílio de todos aqueles que podem ajudar a compreender e a aliviar a carga energética que se arrasta por vidas e vidas.

Carmen Myrio
criancascomdificuldades@hotmail.com